Essa guerra no Rio, deveria ser objecto de reflexão e quem sabe até tema de debate eleitoral em CV.
Que caminhos trilhou o Rio para chegar onde chegou?
Não estaremos nós ainda na fase de atirar o lixo para debaixo do tapete, de fingir que está tudo bem, de não reconhecer que cada vez mais estamos com os problemas que uma população jovem de excluidos, sem perspectivas, a viver miseravelmente, provocam.
Quantas pessoas são vitimas de violência por ano em CV? Quantas pessoas entram semanalmente nas urgências dos hospitais baleadas, esfaqueadas ou agredidas?
A ausência de respostas acuradas a estas perguntas é o indicativo da atenção que damos ao problema.
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